O ex-pastor Georgeval Alves Gonçalves, acusado de estuprar, agredir e matar o filho Joaquim Alves, de 3 anos, e o enteado Kauã Sales Butkovsky, de 6 anos, já chegou ao Fórum de Linhares, no Norte do Espírito Santo, esperando o início da seção. O júri popular desta segunda-feira (3) acontece cinco anos após ele ser preso.
Cercado de expectativas, o julgamento reúne 21 pessoas para prestar depoimento. Segundo o Ministério Público Estadual (MPES), são 11 testemunhas do MPES, 5 de acusação e outras 5 de defesa do réu.
A defesa do ex-pastor pode ainda abandonar a audiência no primeiro minuto, sob orientação do presidente da Associação Nacional de Advogados Criminalistas (Anacrim), James Walker Júnior, o que pode fazer com que o julgamento seja adiado mais uma vez.
O caso
Georgeval foi denunciado pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES) pela acusação de espancar, estuprar e matar o filho Joaquim Alves, de 3 anos, e o enteado Kauã Sales Butkovsky, de 6 anos, em 21 de abril de 2018 na casa onde moravam no centro de Linhares no Norte do Estado.
A denúncia do MPES diz que o acusado teria estuprado e torturado as vítimas, colocando-as desacordadas na cama localizada no quarto. Georgeval, utilizando um líquido inflamável, ateou fogo ao local, causando as mortes das vítimas por carbonização.
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