O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística deu início, em 2026, à terceira edição da Pesquisa Nacional de Saúde, levantamento domiciliar que vai coletar informações sobre condições de saúde, hábitos de vida, acesso a serviços médicos e ocorrência de doenças crônicas na população brasileira. Até 30 de novembro, cerca de 1,8 mil entrevistadores devem visitar aproximadamente 140 mil domicílios distribuídos por todos os estados do país.
Uma das principais novidades desta edição é a coleta de biomarcadores, feita por meio de exames gratuitos de sangue e urina, realizados entre julho e outubro deste ano. A medida deve permitir que a pesquisa produza indicadores mais precisos sobre a real prevalência de doenças crônicas na população, para além das informações declaradas pelos próprios entrevistados, um avanço em relação às edições anteriores da pesquisa, realizadas em 2013 e 2019.
Segundo o IBGE, os dados coletados vão subsidiar o planejamento de políticas públicas de saúde, o monitoramento de metas nacionais e internacionais relacionadas ao setor e o fortalecimento tanto do Sistema Único de Saúde quanto da saúde privada no país. Todos os entrevistadores devem estar devidamente identificados com crachá, uniforme institucional e dispositivo eletrônico de coleta de dados, e a população pode confirmar a identidade dos profissionais por meio de canal telefônico gratuito disponibilizado pelo instituto, uma medida de segurança importante diante da grande quantidade de visitas domiciliares previstas ao longo do ano.







