4 de fevereiro de 2026
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Perfil: Conheça os Enredos das Escolas do Grupo Especial 2026

Conheça as Fichas Técnicas e os Sambas-Enredos das escolas do Grupo Especial de 2026, por ordem alfabética.

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A. C. S. E. G. R. E. S. Andaraí

Fundação: 01/12/1946
Apelido: Andaraí
Cores oficiais: verde e rosa
Símbolo: Coroa sobre uma serpente e um surdo
Escola-madrinha: Mangueira
Local: Santa Marta, Vitória
Presidente: Thiago Bandeira
Carnavalesco: Alex Santiago
Mestre de Bateria: Kaio Amorim
Direção de Carnaval: Thiago Nunes e Wesley Denadai
Direção Geral de Harmonia: Kelly Cristina e Juninho
Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Sylvio Abreu e Yasmim Liz
Rainha de bateria: Fabrícia Vieira
Intérprete: Emerson Dias
Coreógrafo da comissão de frente: Sarah Vieira
Colocação em 2025: Campeã do Grupo de Acesso A

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Samba-enredo 2026

 “01/12/1946”

“O nascimento de um destino guiado por signos, orixás e pela paixão popular, especialmente o futebol e o samba. Entre cores, memórias e espiritualidade, celebra a Mangueira como raiz, fé e resistência. É uma viagem mística onde amor, ancestralidade e esperança desfilam juntas na mesma constelação.”

Número de alas: 19
Alegorias: 3 carros e 2 tripés
Compositores: Lourival das Neves, Jefinho Rodrigues, Gibson Muniz, Matheus Rosenthal e Gilson Bernini

Uma estrela cadente riscou
O céu do Mulembá abençoado
O sol de sagitário confirmou
Flecha lançada, destino traçado
Uma serpente dourada
No arco-íris desceu
Em Áries, a felicidade
A inspiração vem da paixão do futebol
Caxias, um parceiro de verdade
Nos Orixás … a luz da ancestralidade
Vem com o que tem
Onde tudo começou
Nesse manto verde e rosa, uma história de amor
Puro Veneno, batucada de primeira
Nossa madrinha, quem é … Mangueira!
Yes, nós temos Bahia
Mistérios à luz do Luar
Pedras preciosas, magia das cores
Santa Martha, o dom de superar
Na travessia dos portais da ilusão
Cantamos pra vovó e pra infância
Pinga Marvada pra curtir a emoção
Tantos momentos que ficaram na lembrança
Cada desfile é corpo, alma e coração
A malandragem é não perder a esperança
Arroboboi oxumarê
Hora de agradecer, nosso lugar é aqui
Quem tem fé, faz o sonho acontecer
Na constelação Andaraí

 

Associação Cultural Chegou o Que Faltava

Fundação: 06/06/1975
Apelido: Chegou / Chegou a que Faltava
Cores oficiais: azul, rosa e branco
Símbolo: Coroa e casal de mestre-sala e porta-bandeira
Local: Goiabeiras, Vitória
Presidente: Rafael Cavalieri
Carnavalesco: Roberto Monteiro
Mestres de Bateria: Alcino Junior e Jorge Borges
Direção de Carnaval: Lorena Bona e Rislany Rosa
Direção Geral de Harmonia: Jhonata Luiz e Wesley Barcelos
Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Vinícius Couti e Amanda Ribeiro
2º Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Marcel e Malu
Rainha de bateria: Thalita Zampirolli
Intérprete: Igor Vianna
Coreógrafo da comissão de frente: Márcio Jahú
Colocação 2025: 2ª Colocada no Grupo Especial

Samba-enredo 2026

 “Orí – sua cabeça é seu guia”

“O conceito iorubá de Orí em enredo de carnaval, mostrando a cabeça como guia espiritual que orienta escolhas, memória e destino. Entre orixás, rituais e ancestralidade, o desfile celebra o cuidado com a essência como caminho de força e vitória. A mensagem é que antes do espetáculo, é o Orí que conduz a vida e faz o futuro florescer.”

Número de alas: 21
Alegorias: 3 carros e 1 tripé
Ordem de desfile em 2026: Ordem 4 | Sábado | Grupo Especial
Compositor: Junior Fionda

Orí! Ajalá dá o poder
ao herói que tudo vê…
Orunmilá
Que o axé da minha escola prevaleça
Alimento a Cabeça
que a Vitória há de chegar
Faço o meu ritual…
Entrego a Iemanjá
Recebo a força do céu,
Caminho com meu eledá
Que vai reger eternamente
O corpo, a mente, Ayê, Orum
Bori, alimento sagrado
Sacia de axé o País
E junta dois mundos
na mesma raiz
irokô ê!
eis a árvore sagrada
ê tempo ê!
é princípio, meio e fim
guardiões do meu terreiro,
ilê capixaba
raiz nagô que vive em mim
Salve Orí de Meia-Légua,
Benedito de Ogum!
Onde ecoa a liberdade
A saudade é adarrum
É coroa de Obá…
Força que não se apaga
Negra Ana de Matamba…
Zacimba Gaba
De Reritiba meu Oxóssi,
feiticeiro e pajé
Lembro de Cancão
do orixá do meu axé
O caráter por princípio…
águas claras de Oxum
Quando a mente é terra fértil,
é semente de Omulu
Bons pensamentos
são das ervas de Ossain
O fogo é fruto
das crianças de Ayrá.
Chegou o Que Faltava
O que eu sempre quis
Na coroa de Oxalá,
Pai de todos os orís
orí ô olóore orí jè o
orí ô olóore orí jè o
cabeça feita, batizada no tambor
na cumeeira onde mora meu xangô

 

G.R.E.S. Imperatriz do Forte

Fundação: 15/12/1972
Apelido: Imperatriz / Imperatriz do Forte
Cores oficiais: Verde e Rosa
Símbolo: Coroa
Local: Forte São João e Romão, Vitória
Presidente: Daniel Modesto
Carnavalesco: Marcus Paulo
Mestres de Bateria: Vitor Rocha e Amon Lucas
Direção Geral de Harmonia: Yuri Miguel e Kesia Gomes
Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Thiaguinho Mendonça e Jessica Ferreira
2º Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Marcelinho Ramos e Layna Ferreira
Rainha de bateria: Izabella Azevedo
Intérprete: Dodô Ananias
Coreógrafo da comissão de frente: Junior Barbosa

Samba-enredo 2026

 “Xirê: festejo às raízes”

“O enredo celebra o xirê como roda sagrada de memória, resistência e potência cultural, rompendo com narrativas de dor para afirmar a ancestralidade como força viva. Entre tambores, fé e identidade, o desfile exalta a espiritualidade afro-brasileira como raiz do samba e da liberdade. É carnaval que educa, cura e gira a história para frente.”

Número de alas: 20
Alegorias: 3 carros e 1 tripé
Componentes: 1300
Ordem de desfile em 2026: Ordem 5 | sexta | Grupo Especial
Compositores: Thiago Meiners, Dodô Ananias, Lucas Donato, Artur Kadratz e Rafael Tubino

chamei os tambores, clamei as aldeias
quando o sagrado move o mundo e faz girar
curei dissabores, firmei a candeia
meu ritual tem raiz iorubá
a força em ifé, ketu e oyó
lunda, banto, jeje, é
luz que alimenta minha fé
do ventre do oceano, eu bradei
o açoite era mundano, resisti
se o silêncio fala mais que minha voz
é a certeza de que alguém está por nós
filho de santo baixou! fez a senzala chorar!
e o batuque tomou o asfalto inteiro
a bela negra sambar! o capoeira jogar!
gira d’angola e de congo no meu terreiro
onde moram ancestrais do meu ori
o
nde o mundo é capaz de ensinar
um legado que não fere
muito menos interfere
no seu jeito de rezar
pra honrar o meu caminho
já benzi nossa bandeira
pedi bênção às baianas
e o axé pra velha guarda
reuni os meus ogãs
pra firmar o atabaque
berço do samba é raiz, identidade
imperatriz vem cantar a liberdade
xirê, é noite de xirê!
na minha gira é bom chegar com pé no chão
quem é filho do axé jamais bambeia
quero ver bater de frente com o forte são joão

 

G. R. E. S. Indep. de Boa Vista

Fundação: 14/10/1975
Apelido: Independente de Boa Vista
Cores oficiais:
vermelho, azul e branco
Símbolo: Águia
Escola-madrinha: União da Ilha do Governador
Local: Itaquari, Cariacica
Presidente: Emerson Xumbreg
Carnavalesco: Cahe Rodrigues
Mestre de Bateria: Gustavo Mascarenhas
Direção de Carnaval: Iscrei Nascimento
Direção Geral de Harmonia: Anderson Binão
Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Bruno Simpatia e Vanessa Benittez
Rainha de bateria: Vanuza Cornachine
Intérprete: Emerson Xumbrega
Coreógrafo da comissão de frente: Patrick Alochio
Colocação em 2025: Campeã do Grupo Especial

Samba-enredo 2026

 “João do Congo – a voz que dança nas folhas da resistência”

“O enredo apresenta João Bananeira como símbolo do Congo vivo, que transforma a rua em território de alegria, fé e resistência cultural. Ao cruzar quilombos, terreiros e devoções populares, o desfile mostra que a tradição se mantém forte no cotidiano das comunidades. É um carnaval que celebra identidade, ancestralidade e luta em forma de festa.”

Número de alas: 19
Alegorias: 3 carros e 2 tripés
Ordem de desfile em 2026: Ordem 3 | sábado | Grupo Especial
Compositores: Diego Nicolau e Gigi da Estiva

É folha que rompe o silêncio da mata
A voz que arrebata, o encantamento
O som da identidade brasileira
E dele nasceu João Bananeira
Alma da rua que resiste na casaca e no tambor
Entre o sagrado e o profano, elo atravessador do tempo…
Reza, ladainha e movimento
O fogo no sangue que mantém acesa a chama
Da Ancestralidade Africana
É Roda D’água do meu Espírito Santo
Terra batida, quintal de fundamento
É canto, dança e reza
Um ser mascarado
O sincretismo num cortejo de Congado
Ele é a lenda, ele é um de nós
Ele é quem zomba e ri na cara do opressor
Se há quem duvide, ele vive na esperança
E sobrevive em fantasia de criança
O grito de Cariacica pro mundo entender
Que a força da fé permanece em você
Em cada “Fincada”, em toda promessa
Vejam, Mãe Santa no alto da Penha
A benção às Bodas de Ouro
Minha escola, meu maior tesouro
É por ela e por você João
Que eu vou cantar
Quem é Boa Vista sabe como é
Não se dobra e nem curva
Não leve a mal
Sou resistência desse Carnaval

 

G. R. C. E. S. Unidos de Jucutuquara

Fundação: 29/01/1972
Cores oficiais: verde, vermelho e branco
Apelido: Jucutuquara
Símbolo: Coruja
Local: Jucutuquara, Vitória
Presidente: Ewerton Gigante
Carnavalesco: Marcelo Braga
Mestre de Bateria: Yan Corrêa e Ed Wisley
Direção de Carnaval: Anderson Ferreira e Armando Chafik
Direção Geral de Harmonia: Leda Lima Barreto, Fabricio Bispo e Talles Gomes
Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Diego Benittez e Andressa Cadete
2º Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Francisco Quenupe e Catherine Lisboa
Rainha de bateria: Fernanda Passon
Intérprete: Kaike Sant’Anna
Coreógrafo da comissão de frente: Márcia Cruz
Colocação em 2025: 6º colocada no Grupo Especial

Samba-enredo 2026

 “Arreda homem que aí vem mulher”

“O enredo apresenta Maria Padilha como entidade viva e em constante transformação, símbolo de fé, ancestralidade e força feminina que atravessa tempos e culturas. Ao exaltá-la como poder, sabedoria e transgressão, a Jucutuquara transforma o carnaval em encruzilhada de espiritualidade e resistência. É um desfile que celebra mulheres que rompem silêncios e fazem da própria história um ato de liberdade.”

Número de alas: 19
Alegorias: 3 carros e 1 tripé
Componentes: 1400
Ordem de desfile em 2026: Ordem 3 | sexta | Grupo Especial
Compositores: Rafael Mikaiá, Roberth Melodia, Sylvio Poesia, Estevão Ferreira, Carlos Jarjura, Ana Werka e Vini BH

Você sabe quem eu sou pela minha gargalhada
A rainha dessas ruas, da encruzilhada
Sou eu, sou eu! Sou Maria, sou Odara
A Padilha da Nação Jucutuquara
Deu meia noite, galo canta na porteira
O clarão da lua cheia ilumina o caminhar
Tentaram apagar a minha história
Feito brasa na fogueira insisto em queimar
De saia rodada na madrugada
Fiz altar no cruzeiro
Se meu trono é renegado, coroada no terreiro
Ê, Calunga! Maré que vem e que vai
No sopro o vento me faz a dona do cabaré
Entre dois mundos meu encanto incorporou
Quando o ogã anunciou:
Arreda homem que aí vem mulher
Ela é Maria, Mariá
Ela é Maria, Mariá
Feitiço e sedução faço e desfaço
O meu peito é de aço e o coração de sabiá
Se meu coração é bom, a navalha é afiada
O perfume que fascina, veneno que mata
Se queres proteção peça com fé
Inimigo teu come debaixo do meu pé!
A dor que é transformada em amor
A flor que o espinho protege, não trai!
Quem bebe do meu champanhe “gira” e não cai
(Ô abre a roda pra eu passar)
A voz de quem nunca se cala é Mojubá!

 

A.R.C. Mocidade Unida da Glória

Fundação: 09/08/1980
Apelido: MUG
Cores oficiais: vermelho e branco
Símbolo: Leão
Local: Glória, Vila Velha
Presidente: Robertinho Pereira
Carnavalesco: Petterson Alves
Enredista: Leo Soares
Mestres de Bateria: Lucas Massariol
Direção de Carnaval: Slin Ribeiro
Direção Geral de Harmonia: Adriana Neves, Dalila Rufino, Elton Braz, Julio Assumpção e Michele Spalenza
Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Hudson Maia e Klaura Costa
Rainha de bateria: Layla Bastos
Intérprete: Thiago Brito
Coreógrafo da comissão de frente: Marcelo Lages
Colocação em 2025: Terceira colocada

Samba-enredo 2026

 “O diário verde de Teresa”
“O enredo da MUG transforma o diário científico de Teresa da Baviera em uma viagem poética pela biodiversidade capixaba de 1888, unindo história, natureza e sensibilidade. Ao destacar uma mulher cientista esquecida pelo tempo, o desfile celebra memória, preservação e consciência social. É carnaval que samba com ciência, passado e futuro no mesmo compasso.”

Número de alas: 20
Alegorias: 3 carros e 1 tripé
Componentes: 1300
Ordem de desfile em 2026: Ordem 4 | sexta | Grupo Especial
Compositores: Diego Nicolau, Vinicius Ferreira, Rafael Gigante, Charles SIlva, Gigi da Estiva, JB Oliveira, Silvio Mesquita e Sandro Compositor

meu samba é clamor
sentimento de vitória
fiel retrato do legado de teresa
a mocidade unida dá glória
a essa história de amor a natureza
você que adentrou as minhas matas
embarcou na encantada canoa pra desbravar
catalogar a natureza capixaba
brava mulher, bem-vinda ao meu lugar
o teu diário, inventário da beleza
a riqueza da floresta, um sinônimo de paz
à margem do perigo, o descanso
que adormeceu ao canto de um coral de animais
arauê añuã arauê
o espírito santo kuña é você
o encontro nativo é encantamento
que traz o sentido pro acolhimento
e despertou
a missão não acabou
era a promessa de um delírio inusitado
experiência muito além da ciência
visões de um futuro ameaçado
canta, meu leão
mostra que a luta nunca foi em vão
força meu leão
resistir é nosso ideal
nos escritos teus, páginas de deus
verde que emoldura o carnaval

A.C.S.E.G.R.E.S. Novo Império

Fundação: 20/12/1956
Apelido: Coroada ou Família Imperiana
Cores oficiais: azul, branco e rosa
Símbolo: Coroa e dois leões
Local: Caratoíra, Vitória
Presidente: Vlamir Oliveira
Carnavalesco: Osvaldo Garcia
Mestre de Bateria: Vinicius Seabra
Direção de Carnaval: Luiz Felipe Costa
Direção Geral de Harmonia: Pâmela dos Santos
Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Weskley Blank e Alana Marques
2º Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Luzimar Siqueira e Layli Rosado
Rainha de bateria: Rayane Rosa
Intérpretes: Danilo Cezar
Coreógrafo da comissão de frente: Mauro Marques
Colocação em 2025: 5º colocada do Grupo Especial

Samba-Enredo 2026

 Aruanayê – Guardiãs dos mistérios ancestrais
“O enredo da Novo Império cria um mito poético que une xamãs africanas e guerreiras indígenas como guardiãs da natureza e do saber ancestral. Aruanayê surge como símbolo da Mãe Terra, da cura e da resistência feminina. É um desfile de espiritualidade, encantamento e memória transformada em força viva.”

Ordem de desfile em 2026: Ordem 2 | sexta | Grupo Especial
Número de alas: 20
Alegorias: 3 carros, 1 tripé e 1 elemento cênico
Componentes: 1500
Compositores: Junior Fionda, Tem Tem Jr. e Arlindinho

lua de prata no céu
vento ancestral a soprar
erva que cura a dor
fogo que faz evocar
guerreiras das matas e as xamãs
duas forças guardiãs
emanadas no tambor
a forja em tradições, num ritual
terra e luz celestial
em um pacto de amor
aruanayê, aruanayê
chama as almas da floresta pra nos proteger
manda embora invasor
com seus raios e trovões
paz ao ventre da mãe terra
humaniza os corações
o destino então selado
vive em cada lua cheia
canta o ar que beira o rio
no silêncio da aldeia
dos espíritos legado cantoria em gratidão
onde a água abraça a vida
perpetua a união…
vem que a lenda é um cristal
resistência natural
de mulheres a lutar
sou a família imperial
quilombola, original
nem mesmo o tempo pode nos curvar
a luz que irrompe… o céu divinal
é meu novo império… paixão imortal
setenta anos nesse chão de pertencer
sou forjado pra lutar , preparado pra vencer

 

GRES Pega no Samba

Fundação: 25/01/1976
Apelido: Pega no Samba
Cores oficiais: azul, vermelho e branco
Presidente: Dannilo Amon
Local: Consolação, Vitória
Carnavalesco: Jorge Mayko
Mestre de Bateria: Leandrynho e Neném
Direção Geral de Harmonia: Felipe Pereira, João Manoel e Dayenne Vitória
Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Luan Gomes e Katrielly dos Santos
2º Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Luiz Felipe e Maria Alice
3º Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Erick de Jesus e Safira Adriano
Rainha de bateria: Ana Pentz
Rei de bateria: Alessander Constantino
Intérprete: Breno Almeida
Coreógrafo da comissão de frente: Jorge Mayko
Colocação em 2025: 2º lugar do Grupo de Acesso

Samba-enredo 2026

“Okê Caboclo Sete Flechas – Guardião ancestral da natureza”
“O enredo exalta o Caboclo Sete Flechas como símbolo da sabedoria ancestral, da espiritualidade popular e da defesa da natureza. Ao unir fé, cultura afro-indígena e preservação ambiental, o desfile transforma o carnaval em manifesto de resistência e identidade. É a comunidade levando para a avenida memória viva, axé e cuidado com o futuro.”

Número de alas: 20
Alegorias: 3 carros e 1 tripé
Componentes: 1400
Ordem de desfile em 2026: Ordem 1 | sexta | Grupo Especial
Compositores: Xanxan, Roberth Melodia, R. Lira, Breno Lírio, Fernando Brito e Sylvio Poesia

okê, caboclo, okê!
salve seu panaiá
ele é o rei da mata, é o dono do congá
seu bodoque atira, ô paranga!
traz a força pra aldeia pega no samba
quando a mata estremeceu sob raios e trovões e das lágrimas do céu surgiram os guardiões no solo sagrado nasceu a magia…
a fauna e a flora em plena harmonia
é pataxó! o dono da terra nasce em bravura da lança que fere, da erva que cura!
nos quatro elementos naturais a sabedoria dos antigos ancestrais foi ela quem te chamou…
foi ela quem te encantou…
cobra coral piou ao romper da madrugada
de oxalá vem a missão suprema
nos encantos da jurema
herança sagrada
caboclo, ê!
vem nos caminhos de oxóssi, caçador
sabedoria guarda as folhas de ossaim
no meu terreiro, a falange incorporou!
o brado em defesa dessa terra
“kiô, kiô, kiera!”
pinta o rosto pra vencer a ganância e o poder no ofá a proteção nativa
na luta em defesa da floresta
a saudar seu sete flechas
firma o ponto locomotiva

A.C.S.E.G.R.E.S. Rosas de Ouro

Fundação: 15/09/1984
Apelido: Rosas de Ouro
Cores oficiais:
azul e amarelo (dourado)
Símbolo: Três rosas douradas e um beija-flor
Local: Serra Dourada, Serra
Presidente: Francisco Carneiro
Carnavalesco: Robson Goulart
Mestre de Bateria: Matheus Neri
Direção de Carnaval: Anselmo Adverse, Edmundo Aylor e Ubiratan Sodré
Direção Geral de Harmonia: Dimmy de Oliveira
Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Matheus Moraes e Mariana Calazans
Rainha de bateria: Carol Barcelos
Intérpretes: Letícia Jesus e Artur Kadratz
Coreógrafo da comissão de frente: Anderson Alves
Colocação em 2025: Terceira colocada do Grupo de Acesso A

Samba-enredo 2026

 “Cricaré das origens – Brasil que nasce em São Mateus”
“O enredo transforma o Rio Cricaré em narrador da história de São Mateus, revelando lutas, fé, miscigenação e resistência que moldaram a cidade. Ao valorizar povos indígenas, culturas afro-brasileiras e heróis como Zacimba Gaba e Benedito Meia-Légua, o desfile celebra memória, diversidade e identidade. É carnaval como rio vivo de história, dor transformada em poesia e pertencimento coletivo.”

Número de alas: 22
Alegorias: 3 carros e 2 tripés
Componentes: 1400
Ordem de desfile em 2026: Ordem 1 |  sábado | Grupo Especial
Compositores: Rafael Mikaiá, Roberth Melodia, Fernando Brito, Sylvio Poesia e Estevão Ferreira

Auê! Auê!
É o canto ancestral do Cricaré…
Que invoca os verdadeiros guardiões
Tupinambás, Botocudos, Aimorés
Sopra o vento pela densa mata
As histórias o meu chão quem guarda
A cor vermelha é derramada na folhagem
E aquele canto silencia sob breu
Entre a cruz e a espada, resistência na batalha
Batizada “São Mateus”
Em nome do pai do filho
Mas filho do pai também sou
Porque então me escravizas
Tudo em nome do senhor
Se me fez mercadoria
Eis o meu questionamento
Benedito traz a força e Zacimba o enfrentamento
Vieram de além-mar…
E na bagagem a esperança e o suor
Tecendo sonhos por uma vida melhor
Pra cada dor fiz um poema
Sou fé que se ergue no povo a dançar
Sou pescador que namora o luar
O raio de sol que reflete na espuma do mar
A terra onde floresce a pimenta, o café
Sou congo, jongo e quilombo
Sou eu quem resiste ao tempo e ao que vier
Eu quero ver o povo se emocionar
Emoldurar minha história na avenida
Em cada verso a inspiração de Deus
Rosas de ouro reescrevendo São Mateus

 

G. R. E. S. Unidos da Piedade

Fundação: 15/01/1955
Cores oficiais: verde, vermelho e branco
Apelido: Unidos da Piedade (Piedade)
Símbolo: Dragões, surdo e coroa
Local: Centro de Vitória, Vitória
Presidente: Jocelino Junior
Carnavalesco: Vanderson César
Enredista: Marcus Vinicius Sant’Ana
Mestre de Bateria: Juninho da Puxeta
Direção de Carnaval: Magno Batista
Direção Geral de Harmonia: Carlos Magno Airam
Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Vinicius Costa e Amanda Luzia
2º Casal de mestre-sala e porta-bandeira: Guilherme Pimenta e Pricylla Pirola
Casal Mirim: Heitor e Elisa
Rainha de bateria: Nathy Messias
Intérpretes: Kleber Simpatia
Coreógrafo da comissão de frente: Ricardo Reis
Colocação em 2025: 4ª colocada no Grupo Especial

Samba-enredo 2026

“O canto livre de Papo Furado”
“O enredo celebra a trajetória de Edson Papo Furado como voz de liberdade, resistência e identidade da Unidos da Piedade e do samba capixaba. Mais que homenagem, o desfile transforma o canto em filosofia de vida e memória coletiva. É a escola exaltando seu baluarte, sua história e sua própria alma na avenida.”

Número de alas: 23
Alegorias: 3 carros e 2 tripés
Componentes: 1900
Ordem de desfile em 2026: Ordem 2 | sábado | Grupo Especial
Compositores: Lourival das Neves, Gibson Muniz, Sérgio Índio, Marcelo Rosário, Diego Nicolau, Jefinho Rodrigues e Gilson Bernini

o sino da matriz em melodia
o sol se escondeu no horizonte
trago no meu peito a mais querida
e recebo na descida o amor da fonte grande!
sou eu o anjo preto abençoado
fiz do morro meu altar
vem do samba a força que me guia
ao ouvir a poesia canto feito o grumará….
sou eu a voz da liberdade
o serrano gente boa, filho da simplicidade!
foi agora que eu cheguei doná,
pra voltar não tenho hora
deixo a vida me levar, com brilho no olhar.
e os acordes da viola
foi agora que eu cheguei doná, tá gravado na lembrança
com barquinhos de papel
brinquei pertinho do céu
no meu tempo de criança me encantei…o som da natureza inspirou
a levada do congo me emocionou no ritmo embalado, no rock, sapateado ouvindo os conselhos da vovó, a simpatia pro gogó boêmio… nos bares fui consagrado filosofando, virei o “papo furado”
lindas canções eternizei mulher luz, por ti me apaixonei
à velha guarda minha reverência obá do samba, griot da resistência
na escola do meu coração quatorze vezes campeão!!
bate forte no couro, deixa o pêlo arrupiar hoje tem festa o morro vai coroar
o baluarte da comunidade viva o rei do quilombo piedade!

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Daniel Bones
Daniel Bones
Sou o "Severino do Audiovisual Capixaba", já atuei em diversas áreas como fotografia, edição, sou ator, compositor, produtor e diretor de filmes e TV. Gosto de contar histórias. Ponto Final. (...) Aqui, minha coluna é cultural, mas vive com uma dor postural. Eventos, Arte, Cultura, Cinema e Teatro são comigo aqui! Se quiser, siga essa doideira ai!

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