O turismo de cavernas, também conhecido como espeleoturismo, consolida-se como um setor relevante no Brasil em 2026. A expansão dessa modalidade vem acompanhada de investimentos na formação de condutores qualificados, garantindo maior segurança e experiências enriquecedoras aos visitantes.
Reconhecido mundialmente por suas paisagens subterrâneas únicas, o país conta com áreas de destaque, como Bonito, no Mato Grosso do Sul, e o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR), em São Paulo.
A crescente procura por exploradores motivou a criação do Plano de Ação Nacional para Conservação do Patrimônio Espeleológico Brasileiro. A iniciativa evidencia o valor econômico e social do espeleoturismo, especialmente em regiões com poucas alternativas de geração de renda.
Além de gerar empregos, a atividade promove a conscientização ambiental e o apreço pela cultura local. Com mais de 30 mil cavernas catalogadas, o Brasil ganha projeção no cenário global desse segmento.
Expansão do turismo em cavernas
As visitas às grutas brasileiras vão além da recreação, servindo também como uma forma de aprendizado sobre o meio ambiente, o que atrai universitários e pesquisadores. Em Goiás, o Parque Estadual da Terra Ronca se destaca por abrigar um dos maiores conjuntos de cavernas da América Latina.
A região da Furna Feia, no Rio Grande do Norte, é outro exemplo de crescimento, onde o acesso é controlado e as visitas seguem princípios educativos, com foco no Turismo de Base Comunitária.
Essas iniciativas ajudam a fortalecer a economia local. A promoção responsável desse nicho abre caminho para fontes alternativas de renda e para a preservação do patrimônio natural.
Entre as opções mais aventureiras do espeleoturismo estão os mergulhos e os saltos em abismos. No entanto, a adoção de medidas de segurança é essencial, exigindo sempre acompanhamento profissional e o cumprimento de normas específicas. A implementação de Planos de Manejo Espeleológico visa proteger esses tesouros naturais.







