O assassinato a tiros de Eduardo Chaves Camilo, de 32 anos, no Bar do Gordinho Sambão, no bairro Mário Cypreste, em Vitória, na madrugada do último domingo (16), ainda segue sem resposta. A principal suspeita é de que um soldado da Polícia Militar tenha sido o autor dos disparos. O nome do PM não foi divulgado.
O caso envolvendo militar junta-se a brutal morte do músico Guilherme Rocha, de 37 anos, assassinato a tiro pelo policial militar, Lucas Torrezani de Oliveira, de 28 anos, na segunda-feira (17), em Jardim Camburi, também na capital do Estado.
Nesta terça-feira (18), o titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vitória, delegado Marcelo Cavalcanti, disse que ainda não é possível passar mais informações sobre o assassinato de Eduardo Chaves Camilo.
“O caso do músico Guilherme já está substanciado, com autoria definida e o autor preso. Já a morte na casa de shows está em processo de investigação e ainda não podemos falar nada. O que temos são elementos que precisamos verificar e formalizar tudo”, disse o delegado Marcelo Cavalcanti.
No dia do crime, segundo o boletim de ocorrência, foram analisadas as imagens de videomonitoramento do bar. O estabelecimento também conta com um “livro de cautelas”, nele possui o registro das armas de fogo dos agentes de segurança pública que entram no local.
Com as imagens das câmeras e os dados do livro, foi possível identificar um indivíduo com as características físicas, sobretudo de vestimenta, condizentes com as observadas no autor dos disparos. O que aponta o militar como suspeito.
Questionado sobre o vídeo do crime, o delegado Marcelo Cavalcanti, reforçou que o caso segue em apuração. “Temos as imagens. Mas precisamos averiguar motivação, autoria, circunstância do crime. Temos que ter responsabilidade e preservar a investigação”, finaliza.
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