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Marta se emociona antes de decisão contra Jamaica e diz que o Brasil vai se classificar

Nesta terça-feira (1º), em Melbourne, a jogadora Marta concedeu uma entrevista coletiva marcante antes do treino da seleção brasileira na Copa do Mundo. Emocionada, a atleta falou sobre seu papel na evolução do futebol feminino e demonstrou determinação ao abordar o duelo crucial contra a Jamaica, que acontece nesta quarta-feira (2).

“Estou tão focada na partida que não parei para pensar que esta pode ser minha última coletiva em uma Copa do Mundo, porque não vai ser. Estou confiante e acredito que vamos seguir na competição”, afirmou Marta.

A experiente atacante ressaltou a importância de sua trajetória para liderar o time brasileiro no jogo decisivo. “Com toda essa experiência, vou tentar mostrar que somos capazes de vencer a Jamaica novamente. Aconteceu em 2007, aconteceu em 2019 e vai acontecer amanhã, assim espero”, disse a jogadora.

A situação no Grupo F é delicada para o Brasil, que ocupa o terceiro lugar, com três pontos, atrás da líder França, que possui quatro pontos e dois gols pró. A Jamaica também tem quatro pontos, mas apenas um gol na Copa. A equipe brasileira precisa da vitória para avançar na competição.

Marta destacou seu papel como referência no futebol feminino e como sua presença no esporte inspira novas gerações. “Hoje a gente sai na rua e os pais falam: ‘Minha filha quer ser igual a você’. Hoje temos nossas próprias referências. Não teria acontecido isso sem superar os obstáculos. A gente pede muito que a nossa geração continue assim”, enfatizou a jogadora.

Sobre o duelo contra a Jamaica, Marta ressaltou a tensão e a importância do jogo, já que é um confronto decisivo. “Lógico que o jogo vai ser nervoso, porque é um jogo de mata-mata. Para nós, começou antes do previsto. Temos uma equipe qualificada, mas são jogos de grandes competições. Estamos jogando uma Copa do Mundo, temos que estar preparadas para tudo”, explicou.

A atacante demonstrou confiança na equipe brasileira e enfatizou a necessidade de respeitar o adversário. “Temos que fazer acontecer dentro de campo, para que a gente possa se sentir confortável nessa situação. Antes da bola rolar, é tudo igual. Quando rolar, temos que mostrar o nosso futebol”, completou. Com informações do ge.

 

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