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OIT elogia discussões sobre trabalho decente para profissionais de futebol

A Organização Internacional do Trabalho, OIT, elogiou uma reunião para fortalecer iniciativas de trabalho decente entre profissionais do futebol, realizada na semana passada, na sede da agência, em Genebra.

O encontro, que contou com o diretor-geral da OIT, Gilbert F. Houngbo, debateu uma cooperação com os parceiros sociais do futebol profissional e atualizou os participantes do Acordo Global Trabalhista firmado entre o Fórum Mundial das Ligas e a Federação Internacional de Associações de Futebolistas Profissionais.

Para o chefe da OIT, o acordo é um passo importante para regular temas de trabalho decentes ao mesmo tempo que promove a sustentabilidade na indústria do futebol.

Para o chefe da OIT, o acordo é um passo importante para regular temas de trabalho decentes ao mesmo tempo que promove a sustentabilidade na indústria do futebol.

Nível mundial e condições justas

Para o chefe da OIT, o acordo é um passo importante para regular temas de trabalho decentes ao mesmo tempo que promove a sustentabilidade na indústria do futebol. Além de tentar estabilizar o ambiente profissional do esporte, o acordo também fortalece empregados e empregadores num nível mundial ao garantir condições justas para o emprego no setor.

Pelo documento, são cobertos 66 sindicatos nacionais de jogadores que representam mais de 60 mil futebolistas profissionais. Já o Fórum Mundial de Ligas conta com 44 ligas nacionais e mais 1,1 mil clubes.

Um dos temas mais frequentes para quem joga futebol são acidentes de trabalho como ferimentos na cabeça, traumatismo craniano e outros incidentes durante as partidas. Como os atletas profissionais que atuam todos os dias na profissão, e na maioria das vezes longe de estádio internacionais, podem também ser protegidos.

Mulheres e homens com salários diferentes

Um outro tema é a paridade entre mulheres e homens no futebol. O acordo alerta sobre a necessidade de maior representação das ligas femininas e pontos como competições domésticas, clubes e jogadores.

Salários iguais para jogadoras e jogadores foi uma das reivindicações da seleção feminina de futebol nos Estados Unidos. A promessa de corrigir a disparidade só foi anunciada em 2022.

Jogadores profissionais também são vítimas de racismo dentre e fora do campo, assim como outras formas de abusos nas redes sociais.

Jogadores profissionais também são vítimas de racismo dentre e fora do campo, assim como outras formas de abusos nas redes sociais.

Jogadores profissionais também são vítimas de racismo dentre e fora do campo, assim como outras formas de abusos nas redes sociais.

Visão comum e desenvolvimento

Houngbo acredita que o acordo produz uma visão comum para cuidar dos profissionais e desenvolver o esporte.O secretário-geral do Fórum Mundial de Ligas Jerome Perlemuter, afirmou que o acordo ajuda a lidar com temas como a saúde dos profissionais de forma coletiva e citou o problema de calendários sobrecarregados de compromissos que também afetam os jogadores.

Já o líder da Federação Internacional de Associações de Futebolistas Profissionais, Jonas Baer-Hoffman, falou de avanços em áreas como saúde ocupacional e segurança alcançados desde o acordo.

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